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Teste: Pill Food funciona?

Há mais ou menos dois meses comecei a tomar Pill Food, e nesse post vou falar do resultado.

Pill Food

Meu pote de Pill Food, já no fim.

Sobre as características dele já fiz um post inteirinho – lá, além de informações sobre o Pill Food, tem uma comparação entre a fórmula dele e a do Pantogar. Assim, vou pular essa parte.

Agora, deixando o suspense de lado, já vou dizendo que adorei o Pill Food.

Não tive efeito colateral algum – se bem que ele é só um suplemento, e suplementos geralmente não causam problemas.

Demorei um tempinho para perceber alguma diferença nos cabelos. Acho que um mês mais ou menos. Então, notei os fios mais fortes e brilhantes. Mas não era o fio todo: apenas uns quatro a cinco dedos a partir da raiz. Com o tempo, essa “força” foi se estendendo ao longo do fio. Foi como se o cabelo estivesse sendo reestruturado de dentro para fora.

Talvez alguém possa achar essa explicação meio estranha, e é possível que seja apenas uma impressão minha. Mas, como foi uma impressão bem forte, achei importante deixar registrado.

Quanto às unhas, não percebi qualquer diferença.

O preço varia muito: eu paguei R$ 70,00 em um pote para três meses (são duas cápsulas ao dia).

O Pill Food foi super aprovado. Devo admitir que tinha muito medo de tomá-lo, principalmente depois da experiência não muito boa que tive com o Pantogar, sobre a qual falei aqui. Mas o Pill Food foi tão bom, fez uma diferença tão grande no meu cabelo, que fico me perguntando por que não usei antes.

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Pill Food ou Pantogar: como escolher entre os dois

Esse post é para tirar as dúvidas de quem não sabe como escolher entre o Pill Food e o Pantogar, mostrando as diferenças e semelhanças entre os dois.

A ideia desse post veio por causa das perguntas e comentários que recebi lá no post que falei dos resultados que tive tomando Pantogar (para ver, clique AQUI). Tem muita gente que diz que o Pill Food é o genérico do Pantogar, mas não é bem assim.

Os dois servem para a mesma coisa: fortalecer cabelos e unhas. E têm fórmulas parecidas. Mas também tem muitas diferenças entre eles. As principais diferenças são as seguintes:

a fórmula

O Pill Food e o Pantogar têm fórmulas diferentes. Confira a fórmula de cada um, para comparar:

Fórmula do Pill Food:

Colageno pó                   25mg
Biotina                          0,2mg
Cisteina                         80mg
Cistina                           25mg
Pantotenato calcio          25mg
Vit. B6 (Piridoxina)         10mg
Vit. B2 (Riboflavina)          1mg
Vit. E pó                          3mg
Metionina                     200mg

Fórmula do Pantogar

pantotenato de cálcio    60 mg
cistina                             20 mg
nitrato de tiamina         60 mg
levedura medicinal       100 mg
queratina                       20 mg
ácido aminobenzóico    20 mg

Onde comprar

O Pill Food a gente só encontra manipulado. Não tem em farmácia normal. Já o Pantogar é comprado em farmácia.

Medicamento X Suplemento

Quando a gente lê a bula do Pantogar, vê que ele é medicamento mesmo. O ideal é que tenha receita médica para comprar.

Já o Pill Food é mais um suplemento alimentar. O certo é a gente não tomar suplemento sem conhecimento do médico, mas é mais tranquilo para tomar por conta.

Preço

Pill Food é mais barato. Como é manipulado, varia muito de uma farmácia de manipulação para outra. Mas a média é que fique uns R$ 25,00 a R$ 30,00 mensais. Já o Pantogar custa uns R$ 90,00 a caixinha que dura um mês.

Agora, o que importa de tudo isso mesmo é qual deles vai dar resultado para você. E só tem um jeito de saber: experimentando. Conheço gente que teve um resultado maravilhoso com Pantogar, mas nem sentiu diferença com Pill Food, ou vice-versa.

Semana passada eu comprei uma caixa de Pill Food pela primeira vez. Deixei de lado por um tempo meu Inneóv Nutri Care (tem resenha sobre ele AQUI) para experimentar o Pill Food. Daqui uns meses faço uma resenha aqui no blog sobre o resultado que tive com o Pill Food.

Qualquer dúvida ou opinião sobre esses produtos todos, comente aqui com a gente! Beijos!

Update: já saiu o post com o resultado que obtive tomando Pill Food; para ver, clique AQUI.

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Teste: chá verde emagrece?

Oi gente! Para saber se chá verde emagrece, eu fiz uma experiência de 20 dias tomando chá verde, e vou contar o resultado aqui. Vou explicar em detalhes o que aconteceu comigo, e, depois, vocês veem se acham que vale a pena testar o chá. Vamos lá?

chá verde

COMO FAZER O CHÁ VERDE

Seguindo instruções que vi na internet, resolvi fazer o chá do jeito mais tradicional e – dizem – mais eficiente: com a planta.

Comprei um pouco de chá verde em uma loja de produtos naturais. Ele vem mais ou menos assim:

Chá-verde2

Coloquei no fogo 1 litro de água e, quando a água estava quase fervendo, desligo o fogo e coloco uma colher rasa de sopa de chá. Deixo por alguns minutos e passo no coador.

Podem ser colocadas até duas colheres (sopa) de chá. Mas, para isso, é preciso estar acostumada com o gosto, que fica bem forte. Eu não dei conta de jeito nenhum.

Eu colocava tudo numa garrafa térmica e levava para o trabalho, e tomava o chá ao longo do dia.

RESULTADOS

Não comecei a tomar chá verde para emagrecer. Meu objetivo principal era a saúde geral, pois ele tem propriedades muito positivas para o corpo. É energético e tem efeitos antioxidantes. Mas o único resultado que pude perceber foi o emagrecimento.

O chá verde diminuiu muito a minha fome. Às vezes, eu estava com uma fominha, ia lá e tomava uma xícara de chá. Pronto, a fome passava.

Na hora do almoço, depois de tomar umas duas xícaras de chá verde de manhã, eu comia bem menos do que estava acostumada.

Por causa disso, emagreci sim. Comia menos, portanto, não sei até que ponto foi a aceleração do metabolismo ou a diminuição do apetite que fez efeito.

Fiquei dois quilos mais magra em 20 dias.

PRÓS

Claro que o emagrecimento foi um ponto positivo maravilhoso. No entanto, não foi suficiente para fazer com que eu continuasse a tomar o chá.

CONTRAS

Vários foram os motivos que me fizeram desistir de continuar com o chá verde. Vou fazer uma listinha com todos eles:

  • O gosto é ruim.
  • Não é nada prático levar uma garrafa térmica para o trabalho.
  • Não achei saudável perder tanto o apetite.
  • Sentia um “peso” no estômago se tomasse o litro inteiro. A cada dia minha tolerância ia diminuindo – esse foi o motivo principal.
  • É trabalhoso ter que fazer o chá todas as manhãs, perdia uns 15 minutos com isso (e quinze minutos naquela correria da manhã não é pouco!).

Por isso, parei o chá. Muita gente falou para tomar cápsulas, mas, como existe muita polêmica a respeito dos efeitos das cápsulas, acabei desistindo totalmente.

Pessoal, eu tenho estômago sensível, muita coisa me faz mal. Por isso, não podia ser diferente com o chá verde. Se você for tomar, vá com a mente aberta, sem receios. Mas, fique atento, não force a barra: se começar a passar mal, desista.

Alguns meses depois da minha experiência com o chá verde, comecei a tomar chá de hortelã, que também dizem que emagrece. Tive uma experiência mais positiva com o chá de hortelã e, quem quiser saber mais detalhes, basta clicar aqui e ver o post.

Se você tiver uma dúvida ou uma experiência que gostaria de compartilhar, comente conosco!

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Teste: colágeno hidrolizado funciona? Qual a melhor maneira de tomar?

Olá! Estou aqui hoje para falar sobre colágeno hidrolisado. Eu tomo esse produto há mais ou menos dois anos, e vou falar um pouco dos meus resultados com ele.

Em resumo, o colágeno serve para melhorar a pele, cabelos e unhas. Tem colágeno em muitas partes do nosso corpo, e vamos perdendo ele com o passar dos anos. Então, tomar colágeno “preenche” esse vazio, e deixa a pele mais firme.

Bom, essa é a promessa, né gente! No mundo ideal seria o fim da flacidez, só que não é assim, claro.

Mas posso dizer que tenho a impressão de que o colágeno melhora a firmeza e textura da minha pele, tanto no corpo quanto no rosto. Por isso, tomo já faz dois anos! E não é só efeito psicológico, pois às vezes paro e a pele começa a perder um pouco do brilho, é difícil explicar, mas a pele piora.

Já nos cabelos, não senti diferença.

As unhas foram onde percebi o melhor resultado. Quebram menos e pela primeira vez consegui deixá-las crescer bastante.

COMO TOMAR?

Eu acho o colágeno meio chatinho de tomar. Já tentei em vários formatos, então vou falar sobre todos e dar minha opinião sobre cada um:

  • CÁPSULAS

Comecei com as cápsulas, mas sinceramente não recomendo. Para tomar a quantidade necessária de colágeno, é preciso tomar muitas cápsulas ao dia (no mínimo seis), o que acabou causando um desconforto estomacal. Além do que a embalagem dura pouco, fica mais caro desse jeito.

Esse é o colágeno que comprei em cápsulas, já faz um tempinho (sobrou porque não consegui tomar tudo):

  • A GRANEL, EM LOJAS DE PRODUTOS NATURAIS

É a maneira mais barata de comprar, em uma loja de produtos naturais. Vejam só a que acabei de comprar:

É só misturar uma colher de sopa num copo d’água, de suco ou num iogurte.

Não gosto do sabor desse colágeno, é bem enjoativo. Quando misturo com suco ou iogurte, tenho a impressão que tudo fica com gosto de colágeno. Prefiro com água, e tomo como se fosse remédio. Além disso, não dissolve muito fácil.

  • INDUSTRIALIZADO, EM EMBALAGENS INDIVIDUAIS

A marca que eu comprei por mais tempo foi a Sanavita. Vejam a embalagem:

É o modo que eu melhor me adaptei, pois vou trocando os sabores. Assim, não fica tão enjoativo.

É fácil de dissolver, mistura rapidinho.

No geral, o que eu faço é usar por um tempo o colágeno a granel, e, depois, passo para o da latinha.

Atualmente, estou tomando no final da tarde, quando chego em casa do trabalho com fome, já que ele dá uma boa sensação de saciedade.

É isso, beijos!

By Silvia

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